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Repetindo o sucesso dos seus outros eventos, a Brasil Wild – Esportes de Aventura está trazendo este ano a Corrida das Fronteiras. É uma competição que vai atravessar 4 estados do nordeste brasileiro, passando desde a Zona da Mata Pernambucana até as regiões mais áridas da caatinga. A corrida começa em Paulo Afonso, na Bahia, e passa por Pernambuco, Sergipe e Alagoas, e terá provas de Bike, Natação, Canoagem, Trekking, Técnicas Verticais e Hipismo. Com um percurso que pode chegar até 650 km, a Corrida das Fronteiras será mais do que uma prova onde a superação dos limites estará sendo testada: Ela vai ser uma forma de conhecer o Brasil por uma ótica diferenciada, ver e viver seu povo, sua gente. O trecho escolhido para a maior corrida de aventura expedicionária do Brasil, terá um percurso diferenciado, valorizando a técnica, a navegação e passando pelos locais mais bonitos da região. Com várias opções estratégicas, até mesmo de quantos KM a equipe pretende percorrer, as equipes irão conhecer paisagens diferentes em trechos de sertão, em plena caatinga, em partes da Serra da Água Branca e Xingó e nos canyons do rio São Francisco. Uma verdadeira aventura, expedição e experiência de vida é o que a corrida das fornteiras promete. O São Francisco, percorrendo boa parte da região da Corrida das Fronteiras é também um dos pontos de maior interesse da prova, ao fornecer o cenário ideal para os desafios a serem superados e ressaltar a importância das águas para a vida no planeta. Região do Brasil cantada e contada em versos de cordel, o Nordeste tem um contexto histórico e geográfico único: regiões de caatinga, com vegetação rasteira e solo árido, dividem espaço com canyons de rocha escavada pelas Vetor de transformações sociais e econômicas, o Velho Chico é palco hoje de uma disputa política entre federação e estados, em função de sua discutida transposição. Alheia à toda essa discussão, a região também foi palco de Lampião e seu bando de cangaceiros integrando um exército de aventureiros, que descobriam o sertão com novos olhos, olhos de quem estava integrado à natureza, gente que respeitava o nascer do dia ou fazia orações para que a chuva viesse trazer as suas bênçãos àquela terra castigada pelo sol inclemente.
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